terça-feira, 23 de maio de 2017

NOSSOS POETAS GRAPIÚNAS



































Público do Teatro Municipal de Ilhéus já ultrapassou 10 mil

Público do Teatro Municipal de Ilhéus
já ultrapassou 10 mil pessoas este ano
  
Durantes os cinco primeiros meses deste ano, o público das atividades culturais promovidas no Teatro Municipal de Ilhéus já ultrapassou a marca de 10 mil pessoas. Até o último domingo, dia 21 de maio, o público nas apresentações com plateia chegou a 5.674 pessoas e, nas exposições e eventos realizados no foyer e na Galeria do Teatro, o comparecimento foi de cinco mil pessoas.


Os números foram confirmados pela diretora da casa de espetáculos, Jennifer Horrana. Ela afirma que a temporada neste período, nos cinco primeiros meses da gestão municipal, foi marcada por grandes desafios. “Nossa missão principal é resgatar a dimensão simbólica da Cultura nos corações dos ilheenses, e reaproximar as políticas públicas ao cotidiano da população”, declara.

Horrana salienta que nesse período, o trabalho na instituição buscou organizar a infraestrutura do Teatro, “com a finalidade de proporcionar à comunidade local e aos visitantes, uma programação diversificada, e consolidar a cidade de Ilhéus como protagonista da arte e cultura no interior do Estado”.

Ela explica que desde o dia 28 de janeiro último, quando foi iniciada a temporada, 24 eventos com plateia foram realizados no TeatroE destaca que entre os meses de abril e maio, a casa apresentou diversas atrações de qualidade, com expressiva participação do público. “Nossa linha de ação se fundamenta no fomento à cultura, incentivo aos produtores e artistas regionais, além de abrir as portas para artistas nacionais, “globais”, fazendo com que não só o teatro, mas também a cidade tenha mais opções e maior repercussão nesse segmento”, disse a diretora.

Dentre os eventos realizados, cita a peça intitulada “Por isso fui embora”, encenada pelos Joaquim Lopes, Juliana Knust, Flávio Rocha e Camilla Lucciola, nos dias 6 e 7 de maio, o show musical com a cantora ilheense Brena Gonçalves, II Festival Literário de Ilhéus (Flios) e as atividades do projeto Maio Mês da Dança. Nos próximos dias 27 e 28 de maio, o Teatro de Ilhéus apresenta a peça “Sincericídio”, com a atriz Antônia Fontenelle.

Galeria - Neste período, a Galeria do Teatro recebeu artistas plásticos, como o indiano Jagannath Mistry, com obras feitas a partir de material reciclado, e outras produções, a exemplo do “café literário” da Flios e outras iniciativas, com um número de visitantes de aproximadamente cinco mil pessoas, inclusive muitos turistas estrangeiros. Horrana lembra que foi criada uma conta na rede social Instagram, com o perfil @teatromunicipaldeios, a fim de divulgar diariamente a programação do teatro, e interagindo ainda mais com o público que valoriza a arte a cultura.



sábado, 20 de maio de 2017

terça-feira, 9 de maio de 2017

Itapitanga recebe oficinas, palestras e workshop do projeto FAEG-Sul Itinerante nesta quinta-feira (11)


O FAEG-SUL é um espaço para discussão de Políticas Públicas de Cultura e atua com suporte às iniciativas artísticas e culturais do Território Litoral Sul. O projeto itinerante contempla dez municípios deste território.

Por - Vera Rabelo - A população de Itapitanga será atendida pelas ações do Fórum de Agentes, Empreendedores Gestores Culturais do Território Litoral Sul (FAEG) nesta quinta-feira, 11, com oficinas de música e gestão cultural, palestras, workshop e intervenções artísticas. Este é terceiro município contemplado pelo projeto FAEG-Sul Itinerante, que se estende até dezembro e engloba dez municípios do Território de Identidade Litoral Sul da Bahia.

A programação começa às 9 horas, com reunião aberta à comunidade, na Câmara Municipal de Vereadores, seguida de intervenções dos artistas da cidade e palestras dos presidente e vice-presidente do FAEG, Victor Aziz e Maria Áurea de Souza. Ele apresentará os objetivos e ações do fórum e ela falará sobre a programação da 15º Semana de Museus, em torno do tema ‘Museus e histórias controversas dizer o indizível em museus’. Previstas também participações de autoridades municipais e representantes das instituições apoiadoras do FAEG (Amurc, Proex/Uesc e Secult-BA) presentes no evento.

Logo depois, a representante da Superintendência de Promoção da Cultura vinculada à Secretaria da Cultura do Estado da Bahia (Secult-BA), Fernanda Ellen, ministra workshop sobre o Edital de Ações Continuadas da Secult-BA. Sua fala inclui os objetivos do programa, critérios estabelecidos no edital, elaboração do projeto para instituições culturais e orientações sobre o envio da proposta.
            Após intervalo para almoço, serão realizadas as oficinas ‘Vivências Musicais’ e ‘Gestão Cultural’, coordenadas pelo músico e professor Letto Nicolau e especialista em Gestão Cultural, Bruna Setenta, ambas das 13 às 16 horas. A primeira, no Clube Social, (Rua Victor Ferreira 03, centro) e a outra na Câmara Municipal de Vereadores (Praça Laudelino José dos Santos 74, centro). Ambas das 13 às 16 horas, gratuitas, com inscrições abertas na Secretaria de Educação, Esporte e Cultura de Itapitanga e pela internet <http://faegsulba.blogspot.com.br/p/inscricao-oficinas.html>.
O projeto FAEG-Sul Itinerante inclui dez municípios do Território Litoral Sul, já atendeu Itapé e Santa Luzia e se estende até dezembro de 2017. As próximas cidades contempladas serão Mascote (8 de junho), Almadina (13 de julho), São José da Vitória (10 de agosto), Maraú (14 de setembro), Pau Brasil (19 de outubro), Jussari (9 de novembro) e Itaju do Colônia (14 de dezembro).
Conta com apoio financeiro do Governo do Estado, (Edital Nº 24/Territórios Culturais), por meio do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia e apoio institucional da Prefeitura Municipal de Santa Luzia, por meio da Secretaria Municipal de Educação e Diretoria de Cultura, Associação dos Municípios da Região Cacaueira (Amurc) e da Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Estadual de Santa Cruz (Proex/Uesc).

Sobre o FAEG-Sul

O FAEG-SUL é um espaço para discussão de Políticas Públicas de Cultura, formado por instituições públicas e privadas, produtores e grupos independentes voltados às questões específicas de interesse do setor. Discute e age em torno das questões relativas à formação para as políticas e gestão cultural, qualificação de mão de obra técnica, financiamento, captação de recursos, trocas de experiências, trabalho em rede, parcerias e suporte às iniciativas artísticas e culturais do Território Litoral Sul.

Atua com apoio dos seus membros e das instituições Núcleo de Produções Artísticas (NúProArt), Rede de Museus e Pontos de Memórias do Litoral Sul e dos pontos de cultura Associação Culto Afro Itabunense (ACAI), Sociedade Filarmônica Capitania dos Ilhéos, Literatura de Cordel para Todos, Associação Comunidade Tia Marita, Associação Filtro dos Sonhos, Câmara Temática de Cultura do Território Litoral Sul, Centro de Cultura Adonias Filho, Associação Cultural Amigos do Teatro (ACATE); Terroir Cacau, Espaço Cultural IHASE e Fundação Canto das Artes. 

Espetáculo “O santo e a porca” será
apresentado no Teatro Municipal de Ilhéus

O espetáculo “O santo e a porca”, um dos clássicos do dramaturgo, escritor e poeta paraibano Ariano Suassuna, será apresentado nesta sexta-feira, 12, a partir das 20 horas, no Teatro Municipal de Ilhéus. “O santo e a porca” será remontagem pela Cia. Acordada de Teatro, sob a direção de Ivana Nístico. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10.

Com indicação ao prêmio Brasken-2017, “O santo e a porca” retrata o cotidiano de uma família tradicional do interior do sertão brasileiro, com trama costurada em sequência de acontecimentos cômicos e muitas reviravoltas.

De acordo com a produção do espetáculo, os personagens representam diferentes classes sociais e existe critica a vida difícil do nordeste do Brasil. O tema gira em torno da avareza, pois o impasse se dá quando o protagonista, o velho Euricão Arábe, pensa que irá perder todo o dinheiro que guardava numa porca de madeira.

O Santo e a Porca  tem ainda a participação de Caroba, preparação vocal de Lucas Moreira, ator que dá vida a Eudoro, e ainda: Eloah Monteiro como Benona, Larissa Paixão como Margarida, Martin Pigni como cozinheiro e sonoplasta, Pedro Ivo Carelli como Dodó, Ed Paixão como Euricão Arábe e Mateo Crevatin como Pinhão.

Secretaria de Comunicação Social – Secom
09-05-2017

Espetáculo indicado ao prêmio de melhor Braskem de Teatro faz apresentação única em Ilhéus na sexta-feira
No próximo dia 12, sexta-feira, às 20h, a Cia. Acordada de Teatro se apresenta com a comédia O Santo e a Porca no Teatro Municipal de Ilhéus. Indicada ao prêmio Braskem de Teatro 2017 na categoria Melhor Espetáculo do Interior, a comédia conta em três atos a história de Euricão Árabe, um velho avarento, devoto de Santo Antônio, que esconde em sua casa uma porca cheia de dinheiro.
Do mesmo autor/ do sucesso O Auto da Compadecida, Ariano Suassuna, esta montagem de O Santo e a Porca se caracteriza como uma commedia dell’arte e arranca boas risadas do público com seus personagens criativamente mascarados.
O Santo e a Porca tem direção de Ivana Nistico, que também atua como Caroba, preparação vocal de Lucas Moreira, ator que dá vida a Eudoro, e ainda: Eloah Monteiro como Benona, Larissa Paixão como Margarida, Martin Pigni como cozinheiro e sonoplasta, Pedro Ivo Carelli como Dodó, Ed Paixão como Euricão Arábe e Mateo Crevatin como Pinhão.
Ingressos à venda na Livraria Papirus (Ilhéus-BA) e no Circo da Lua em Serra Grande (Uruçuca-BA). Apoio Cultural: O Criadouro Produção Cultural e Circo da Lua.

Por - Eloah Monteiro



quinta-feira, 4 de maio de 2017

PALACETE DAS ARTES RECEBE EXPOSIÇÃO INÉDITA DE ESCULTURAS

PALACETE DAS ARTES RECEBE EXPOSIÇÃO INÉDITA DE ESCULTURAS EM CERÂMICA, DA ARTISTA ELISABETH COUTINHO
Abertura será nesta quinta, 4 de maio, às 19h

O primeiro pavimento do Palacete das Artes recebe nesta quinta (4 de maio), às 19h, a exposição “Formas e Sentimentos”, da artista visual e restauradora Elisabeth Roters Coutinho. A mostra apresenta cerca de 40 esculturas em argila, explorando o tema “cabeças”.

Conforme explica a curadora da exposição, Nanci Novais (artista plástica, professora e diretora da Escola de Belas Artes da Ufba), a artista visual Elisabeth Coutinho encontrou na cerâmica o que considerou o recurso mais eficiente para materializar suas obras/cabeças e aprofundar seus estudos de efeitos de volumes, sombras, brilhos, texturas, contrastes e expressões.

sábado, 22 de abril de 2017

Ilhéus recebe pela segunda vez o Festival Literário

            O II Festival Literário de Ilhéus, que acontece entre os dias 26 e 28 de abril, promete agitar a cidade. Com o tema Caligrafia Sul Baiana, a programação está voltada para a cultura regional e tem como finalidade o fomento da leitura e a divulgação de escritores regionais. A Editus e a Editora Papirus, parceiras do festival, estarão presentes comercializando livros com descontos especiais.
            Na quarta-feira (26), acontecerá, a partir das 8 horas oficinas culturais, feira e lançamento de livros, circuito de letras, entre outras atividades. A abertura oficial do evento será no Teatro Municipal da cidade às 18 horas e terá como palestrante o escritor Florisvaldo Mattos, homenageado da noite.
            Ainda no dia 26 ocorrerá a entrega do II Prêmio Sosígenes Costa de Poesia. O livro vencedor será publicado pela Editus e o autor ganhará uma quantia em dinheiro e o troféu. Os finalistas do concurso desse ano são Maria do Carmo Sena do Nascimento, autora de Nua; e Natan José Muniz Barreto, autor de Um Quintal e Outros Cantos. Na primeira edição do Prêmio o vencedor foi o poeta Weslley Almeida, com o livro Memórias fósseis.
            A programação prossegue nos dias seguintes com feiras de livros, café literário, muita poesia, mesa de discussões e leitura. As atividades acontecerão no Teatro Municipal de Ilhéus e na Academia de Letras de Ilhéus.

            A primeira edição do FLIOS aconteceu em 2016 e teve um grande engajamento do público. O II Festival Literário de Ilhéus é uma realização da Academia de Letras de Ilhéus, mas desta vez, conta também com o apoio cultural da TV Santa Cruz, O Criadouro Produção Cultural, Editus (Editora da UESC), Livraria Papirus e Prefeitura Municipal de Ilhéus. Conta com o apoio financeiro Governo do Estado através da Fundação Cultural, Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. Mais informações acesse: http://www.flios.com.br/.

Memorial do Descobrimento


Memorial do Descobrimento do Brasil
22 de Abril 2017

Descobrimento do Brasil
A empreitada dispunha de: 13 navios, um bom carregamento de armas com 1500 homens, o capitão escolhido foi Pedro Álvares Cabral, fidalgo da corte que merecia a confiança do rei, com ele iam, entre outros, Bartolomeu Dias, o seu irmão Diogo Dias. Nicolau Coelho. O famoso piloto Pêro Escobar foi um homem que passou a história pelos feitos de navegador, e Pêro Vaz de Caminha por escrever muito bem. A ele se deve o relato minucioso do descobrimento do Brasil, pois a carta que enviou a D. Manuel sobre o assunto chegou até os nossos dias.
Pedro Álvares Cabral largou das margens do rio Tejo em Lisboa, a 9 de março de 1500.
A 21 de abril tornou-se evidente que estavam perto da terra, pois avistaram um tipo de alga chamada Botelho ou rabo-d’asno que não aparece no mar alto.

Naquela zona, depois chamada Porto Seguro vivia uma tribo de índios – os Tupiniquins. Belos, simpáticos, afáveis, deixaram os marinheiros encantadíssimos! Pêro Vaz de Caminha descreveu-os muito bem: pardo de pele avermelhada, com feições bonitas cabelos negros muito lisos, que os homens usavam cortados por cimas das orelhas e as mulheres soltos pelos ombros. Andavam nus e não demonstravam vergonha, sendo tão elegantes, ninguém se sentiu chocado, a inocência do paraíso.
Alguns ostentavam pinturas no corpo, bonitas toucas feitas com pena de papagaio e colares de continhas miúdas. No lábio inferior atravessavam um osso branco que aparentemente não perturbava nenhuma função.

A Epopeia do Descobrimento do Brasil tem muitos detalhes e surpresas incríveis de se conhecer. Você pode redescobrir o Brasil, em Porto Seguro, na Bahia, onde nossa história é contada em um cenário paradisíaco e encantador.


VOCÊ PODE REDESCOBRIR O BRASIL.
Já pensou em reviver a saga do descobrimento do Brasil? Essa é a proposta do MEMORIAL DA EPOPEIA DO DESCOBRIMENTO, um espaço cultural por excelência. Seu acervo e instalações remetem os visitantes ao período da humanidade em que grandes inovações tecnológicas, artísticas , filosóficas, sociais e religiosas aconteceram, dando origem a Era Moderna. O passeio agrada turistas de todas as idades por se consolidar como alternativa de entretenimento diferenciada pelo caráter histórico-cultural e ambiental.

MAS O QUE É O MEMORIAL DO DESCOBRIMENTO?
O Memorial é uma área particular, fundada em 2003 pelo professor e empresário Wilson Cruz. Desde então, o local tem preenchido uma lacuna histórica, já que não há outro museu local que conte os fatos, estratégias e personalidades que alavancaram a expansão territorial portuguesa. Narra sobre o Descobrimento do Brasil, passando pela importância da Mata Atlântica que, na época, cobria todo o litoral brasileiro. Por conta disso, o museu conta com exposições didáticas de objetos referentes ao período histórico ou réplicas fiéis de objetos que estão espalhadas pelo Brasil e Portugal. Seu museu a céu a aberto fica dentro de um jardim botânico de 20 mil metros quadrados de Mata Atlântica, 97% protegido e estudado por pesquisadores e universidades da Bahia. Apenas 3% do terreno é de área construída, onde há exposições de documentos que contam a saga dos portugueses. O local é apresentado por guias que também contam sobre a importância da cultura indígena local. 
 
O QUE SE DESTACA NESSA AVENTURA HISTÓRICA?
O ápice deste passeio é a réplica da Nau de Pedro Álvares Cabral, que faz o visitante viajar no tempo e ter contato real com a história da humanidade. Após muitas pesquisas, o professor Wilson Cruz desenvolveu o imponente projeto da caravela em tamanho natural: são 35 metros de comprimento por 8 metros de largura e 7 metros de altura, tendo um mastro principal de 27 metros de altura com 1.200 metros quadrados de área velica. O navio está em terra firme, e chama a atenção até de quem está do lado de fora do museu, com réplica de canhões direcionados para o mar que beira o Memorial. O interior também é cenografado da mesma forma como eram distribuídos os compartimentos e objetos, o que permite conhecer as precárias condições de viagem naquela época. Na parte de cima há um quarto, como o de Pedro Álvares Cabral, com cama simples, mesinha e baú de roupas.
  

Ali se aprende sobre os 106 anos de expansão territorial portuguesa, desde o nascimento do infante dom Henrique em 1394 (personalidade importante no período de descobertas) até o ano de 1500. Detalhe que há réplica das velas das caravelas portuguesas, relógio de sol, cópia dos mapas e imagens sacras que detalham a cultura portuguesa da época. Na Alameda do Descobrimento o visitante conhece um pouco da cultura indígena, com ocas que mostram a engenharia simplista do povo pataxó e seus utensílios para armazenamento de alimentos, armas de caça e defesa, além de adornos.
 


COMO EMBARCAR NESSA SAGA? 

O Memorial da Epopeia do Descobrimento fica na praia do Outeiro da Glória, a um quilômetro do Centro de Porto Seguro, pela BR 367 em direção a Santa Cruz Cabrália. O ingresso, que inclui visita guiada por toda a sua estrutura pode ser adquirido na entrada. Custa R$20,00 por pessoa, criança até 12 anos acompanhada de adulto, não paga. Para grupos maiores, é possível agendar a visita através do telefone (73) 3268-2586. O museu está aberto de segunda a sábado, horário comercial. Informações: www. memorialdodescobrimento.com.br  ou pelas redes sociais @MemorialdoDescobrimento