sábado, 22 de abril de 2017

Ilhéus recebe pela segunda vez o Festival Literário

            O II Festival Literário de Ilhéus, que acontece entre os dias 26 e 28 de abril, promete agitar a cidade. Com o tema Caligrafia Sul Baiana, a programação está voltada para a cultura regional e tem como finalidade o fomento da leitura e a divulgação de escritores regionais. A Editus e a Editora Papirus, parceiras do festival, estarão presentes comercializando livros com descontos especiais.
            Na quarta-feira (26), acontecerá, a partir das 8 horas oficinas culturais, feira e lançamento de livros, circuito de letras, entre outras atividades. A abertura oficial do evento será no Teatro Municipal da cidade às 18 horas e terá como palestrante o escritor Florisvaldo Mattos, homenageado da noite.
            Ainda no dia 26 ocorrerá a entrega do II Prêmio Sosígenes Costa de Poesia. O livro vencedor será publicado pela Editus e o autor ganhará uma quantia em dinheiro e o troféu. Os finalistas do concurso desse ano são Maria do Carmo Sena do Nascimento, autora de Nua; e Natan José Muniz Barreto, autor de Um Quintal e Outros Cantos. Na primeira edição do Prêmio o vencedor foi o poeta Weslley Almeida, com o livro Memórias fósseis.
            A programação prossegue nos dias seguintes com feiras de livros, café literário, muita poesia, mesa de discussões e leitura. As atividades acontecerão no Teatro Municipal de Ilhéus e na Academia de Letras de Ilhéus.

            A primeira edição do FLIOS aconteceu em 2016 e teve um grande engajamento do público. O II Festival Literário de Ilhéus é uma realização da Academia de Letras de Ilhéus, mas desta vez, conta também com o apoio cultural da TV Santa Cruz, O Criadouro Produção Cultural, Editus (Editora da UESC), Livraria Papirus e Prefeitura Municipal de Ilhéus. Conta com o apoio financeiro Governo do Estado através da Fundação Cultural, Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. Mais informações acesse: http://www.flios.com.br/.

Memorial do Descobrimento


Memorial do Descobrimento do Brasil
22 de Abril 2017

Descobrimento do Brasil
A empreitada dispunha de: 13 navios, um bom carregamento de armas com 1500 homens, o capitão escolhido foi Pedro Álvares Cabral, fidalgo da corte que merecia a confiança do rei, com ele iam, entre outros, Bartolomeu Dias, o seu irmão Diogo Dias. Nicolau Coelho. O famoso piloto Pêro Escobar foi um homem que passou a história pelos feitos de navegador, e Pêro Vaz de Caminha por escrever muito bem. A ele se deve o relato minucioso do descobrimento do Brasil, pois a carta que enviou a D. Manuel sobre o assunto chegou até os nossos dias.
Pedro Álvares Cabral largou das margens do rio Tejo em Lisboa, a 9 de março de 1500.
A 21 de abril tornou-se evidente que estavam perto da terra, pois avistaram um tipo de alga chamada Botelho ou rabo-d’asno que não aparece no mar alto.

Naquela zona, depois chamada Porto Seguro vivia uma tribo de índios – os Tupiniquins. Belos, simpáticos, afáveis, deixaram os marinheiros encantadíssimos! Pêro Vaz de Caminha descreveu-os muito bem: pardo de pele avermelhada, com feições bonitas cabelos negros muito lisos, que os homens usavam cortados por cimas das orelhas e as mulheres soltos pelos ombros. Andavam nus e não demonstravam vergonha, sendo tão elegantes, ninguém se sentiu chocado, a inocência do paraíso.
Alguns ostentavam pinturas no corpo, bonitas toucas feitas com pena de papagaio e colares de continhas miúdas. No lábio inferior atravessavam um osso branco que aparentemente não perturbava nenhuma função.

A Epopeia do Descobrimento do Brasil tem muitos detalhes e surpresas incríveis de se conhecer. Você pode redescobrir o Brasil, em Porto Seguro, na Bahia, onde nossa história é contada em um cenário paradisíaco e encantador.


VOCÊ PODE REDESCOBRIR O BRASIL.
Já pensou em reviver a saga do descobrimento do Brasil? Essa é a proposta do MEMORIAL DA EPOPEIA DO DESCOBRIMENTO, um espaço cultural por excelência. Seu acervo e instalações remetem os visitantes ao período da humanidade em que grandes inovações tecnológicas, artísticas , filosóficas, sociais e religiosas aconteceram, dando origem a Era Moderna. O passeio agrada turistas de todas as idades por se consolidar como alternativa de entretenimento diferenciada pelo caráter histórico-cultural e ambiental.

MAS O QUE É O MEMORIAL DO DESCOBRIMENTO?
O Memorial é uma área particular, fundada em 2003 pelo professor e empresário Wilson Cruz. Desde então, o local tem preenchido uma lacuna histórica, já que não há outro museu local que conte os fatos, estratégias e personalidades que alavancaram a expansão territorial portuguesa. Narra sobre o Descobrimento do Brasil, passando pela importância da Mata Atlântica que, na época, cobria todo o litoral brasileiro. Por conta disso, o museu conta com exposições didáticas de objetos referentes ao período histórico ou réplicas fiéis de objetos que estão espalhadas pelo Brasil e Portugal. Seu museu a céu a aberto fica dentro de um jardim botânico de 20 mil metros quadrados de Mata Atlântica, 97% protegido e estudado por pesquisadores e universidades da Bahia. Apenas 3% do terreno é de área construída, onde há exposições de documentos que contam a saga dos portugueses. O local é apresentado por guias que também contam sobre a importância da cultura indígena local. 
 
O QUE SE DESTACA NESSA AVENTURA HISTÓRICA?
O ápice deste passeio é a réplica da Nau de Pedro Álvares Cabral, que faz o visitante viajar no tempo e ter contato real com a história da humanidade. Após muitas pesquisas, o professor Wilson Cruz desenvolveu o imponente projeto da caravela em tamanho natural: são 35 metros de comprimento por 8 metros de largura e 7 metros de altura, tendo um mastro principal de 27 metros de altura com 1.200 metros quadrados de área velica. O navio está em terra firme, e chama a atenção até de quem está do lado de fora do museu, com réplica de canhões direcionados para o mar que beira o Memorial. O interior também é cenografado da mesma forma como eram distribuídos os compartimentos e objetos, o que permite conhecer as precárias condições de viagem naquela época. Na parte de cima há um quarto, como o de Pedro Álvares Cabral, com cama simples, mesinha e baú de roupas.
  

Ali se aprende sobre os 106 anos de expansão territorial portuguesa, desde o nascimento do infante dom Henrique em 1394 (personalidade importante no período de descobertas) até o ano de 1500. Detalhe que há réplica das velas das caravelas portuguesas, relógio de sol, cópia dos mapas e imagens sacras que detalham a cultura portuguesa da época. Na Alameda do Descobrimento o visitante conhece um pouco da cultura indígena, com ocas que mostram a engenharia simplista do povo pataxó e seus utensílios para armazenamento de alimentos, armas de caça e defesa, além de adornos.
 


COMO EMBARCAR NESSA SAGA? 

O Memorial da Epopeia do Descobrimento fica na praia do Outeiro da Glória, a um quilômetro do Centro de Porto Seguro, pela BR 367 em direção a Santa Cruz Cabrália. O ingresso, que inclui visita guiada por toda a sua estrutura pode ser adquirido na entrada. Custa R$20,00 por pessoa, criança até 12 anos acompanhada de adulto, não paga. Para grupos maiores, é possível agendar a visita através do telefone (73) 3268-2586. O museu está aberto de segunda a sábado, horário comercial. Informações: www. memorialdodescobrimento.com.br  ou pelas redes sociais @MemorialdoDescobrimento 



quarta-feira, 19 de abril de 2017

As novas possibilidades da Geografia

 A globalização e os avanços tecnológicos permitiram às sociedades uma interconectividade instantânea e múltiplas formas de interação e aprendizado. A partir desse contexto, relacionado com a geografia, os professores Gilmar Trindade, Gilsélia Moreira, Lurdes Bertol, Maria Cristina Rangel e Rita Jaqueline Chiapetti publicaram pela Editus - Editora da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), o livro Geografia e ensino: dimensões teóricas e práticas para a sala de aula, que discute novas formas de produzir, aprender e ensinar geografia.

Festival Literário democratiza arte e poesia em Ilhéus


De 26 a 28 de abril, acontece o II Festival Literário de Ilhéus (Flios 2017), um evento repleto de atrações culturais para todas as idades. Com o tema Caligrafia Sul-baiana, o festival ocupará o Teatro Municipal e a Academia de Letras de Ilhéus com toda a pluralidade artística da nossa região. A programação do festival inclui shows musicais, debates, lançamentos de livros, oficinas culturais, entrega de prêmio literário e, o que é melhor, entrada franca!

Segundo o professor André Rosa, idealizador do festival, “desde a primeira edição do Flios, tem-se como objetivo fomentar a leitura, cuidar para que as próximas gerações estejam repletas de leitores, escritores, compositores e atores sociais prontos para transformar o mundo em um lugar melhor”. Ainda segundo André, o Flios 2017 vem ainda para democratizar espaços de diálogo através das suas atividades, “temos as mesas literárias para debatermos assuntos importantes entre nós, temos saraus lítero-musicais que se enraízam no diálogo entre música e poesia, enfim, basta disposição para acompanhar a nossa programação e dialogar com quem ou com o que quiser, isso é fantástico”, afirmou o professor.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

UM TRIBUTO A MIM

(Quarenta e cinco anos no setor de comunicação em Itabuna)

Numa cidade aonde o preconceito de ser rico ainda é muito grande, por se tornarem pobres de repente e terem a herança dos coronéis, onde já foram ricos um dia! Latifundiários, donos de roças de cacau; Fruto que valia o “preço de ouro”, cotado em dólar... Quando muitos colhiam milhares de arrobas e arrotavam arrogância... Eu nascia, sendo filho de um tropeiro, amansador de burro bravo! Nos braços de uma parteira e, hoje, com muito orgulho, por ser rico com aquilo que o meu humilde pai me ensinou, rico sob as graças e bênçãos de Deus, é que estou completando 45 anos no setor de comunicação (jornalismo) em Itabuna. Como grapiúna, não itabunense, pois cheguei aqui procedente das paragens de Ibicaraí. (O poeta Telmo Padilha, me pediu para nunca esquecer o acento da palavra “grapiúna”. E me disse, quem vem de fora para Itabuna: é grapiúna! E quem nasce, aqui: é itabunense!”).   

No dia 07 de abril de 1972, às 14h, a convite do meu primo Jailton Reis (hoje na gráfica da Ceplac) ingressamos no Diário de Itabuna, meu primeiro emprego com carteira assinada. Na porta do jornal, encontrava-se o professor e poeta, artista-plástico, Plinio de Almeida, que olhou para mim e brincou comigo, gozando de meu mini cavanhaque que estava nascendo. Em seguida, no departamento comercial do jornal, encontrei a senhora Neusa Maria que era a gerente do setor comercial, enquanto Waldeny Andrade era o diretor geral. Iniciei meu emprego como cobrador do referido jornal, mas minha vocação era mesmo o jornalismo. Sempre estudando, na faixa dos meus 19 anos de idade. A função de repórter não demorou muito a aparecer, quando o jornalista Celso Gomes Rocha, deixou a editoria do Diário de Itabuna e passou a ser Vily Modesto e, em seguida, o jornalista Edvaldo Pereira de Oliveira, (hoje assessor de comunicação da UESC-Universidade Estadual de Santa Cruz, após se aposentar pela Ceplac). Com o incentivo que Edvaldo Oliveira nos proporcionou naquela época, dei inicio a pequenas reportagens, onde muitas delas se tornaram manchetes do jornal, que com 5 mil unidades, circulava em toda a região; os seus exemplares eram transportados em malote através  da Companhia Viação Sulbahiano-SULBA.

Com isso, em 1978, conseguimos o nosso registro profissional (DRT/MT/BA-113), expedido pelo Ministério do Trabalho. De lá para cá, muita luta, humilhações, conseguimos, entre uma reportagem e outra, atuar no jornal por 24 anos, quando o grande veiculo de informação fechou as portas, por um problema de incompatibilidade entre seu proprietário José Oduque Teixeira e o diretor Waldeny Andrade (hoje se tornou um escritor, após, sua aposentadoria). Em plena crise do Diário de Itabuna, recebemos convite para ocupar a redação do jornal “Tribuna do Cacau”, em substituição ao jornalista, Pedro Ivo Bacelar.  Mesmo assim, continuando na redação do Diário de Itabuna; “quando todos abandonaram o barco”... Conseguimos editar os dois jornais. Isso aconteceu, durante dois anos.

 Não era fácil ser editor dos dois jornais diários em Itabuna. Ao meu lado, só contávamos com os serviços do jornalista Juarez Vicente e dos repórteres: Carlos Barbosa e Carlos Fagundes. Minhas fontes de informações eram os clubes de serviços, ACI e a CDL. Momentos difíceis e de grandes responsabilidades. Estávamos em pleno período da extinção da Linotipo e da impressão rotoplana, pelo offset e logo, logo a informática. Com isso, eu, com orgulho, posso dizer que editei os dois jornais diários desta cidade, sem haver coincidência de manchetes. Editei o primeiro jornal diário de Itabuna, em offset, que foi o “Tribuna do Cacau”. Fizemos de tudo para que o “Diário de Itabuna” não fechasse as portas (conforme pronunciamento do comunicador, Lucílio Miranda Bastos, quando discursou em um dos eventos do Clube do Poeta Sul da Bahia, no Centro de Cultura Adonias Filho), o que aconteceu em 11 de Janeiro de 1995. Ficamos com a Tribuna do Cacau, até 2002. Neste jornal, demos outra cara! Mas, por questões de reconhecimento profissional, deixamos o veiculo. E, também porque o Grupo Kaufmann, se deixa levar por qualquer picuinha.    

Daí vieram outros jornais e revistas editados por nós: “Koragem Jornal” (Porto Seguro), “Revista Vitória” (Itabuna), “Revista Conexão Bahia” (Vitória da Conquista), “jornal Correio dos Municípios” (Itabuna), “Folha do Litoral” (Ilhéus) e muitos outros, principalmente, de entidades sindicais.

Neste logo período de 45 anos, completados no último dia 07 de Abril, passamos também pelo Legislativo Itabunense, como diretor de Comunicação (1999/2001), Assessor de imprensa, da ACI (Agosto de 1996 a 19.11.2015), Coordenador de Comunicação da EMASA (2005/2012), assessor do vereador, César Brandão, diretor de comunicação do Itabuna Esporte Clube e diretor de comunicação e conselheiro do Grapiúna Tênis Clube. E, Também, diretor, do nosso Sindicato (SINJORBA) por cerca de 12 anos  Tivemos também uma rápida passagem pelos jornais: Tribuna da Bahia (Italo Barros/Diretor da Sucursal) e Jornal da Bahia (Nilson Falcão, ao lado do nosso querido Kokó e Filemon Carvalho).

No entanto, o mais importante de tudo isso, foi ter conhecido gente como: Milton Rosário, Wallace Perrucho, Mirtes Pititinga, Roberto Pedreira, William Pedreira, Nilson Andrade, Everaldo Benedito, Ederivaldo Benedito, Maria de Lurdes, Maria das Graças, José Antônio Alves (Zeka), Kleber Silva, Lima Galo, Nilson Rocha, Marilene Ceo, Marfisio Cordeiro (Juiz aposentado), José Abelardo (Médico), Curteney Guimarães, Raimundo Osório do Couto Galvão, José Albuquerque Ferrão, José Adervan e Ramiro Aquino (na época agenciadores de publicidades), Valdenor Ferreira, Genildo Lawinsky, Milton Veloso, Wanderley Machado, Daniel Santos, Kleber Torres, Paulo Lima, os irmãos: Genivaldo, Jecivaldo Amaral, Péricles de Jesus Souza, Joel Filho, Cristovam Colombo Crispim de Carvalho, Ricardino Batista dos Anjos, Odilon Pinto, Ariston Caldas, Eugênio Ramos, Gonzalez Pereira, Jorge Eduardo e muitos outros, amigos e colegas de tabalho.   O meu trabalho reconhecido é o que carrego, como o maior troféu da minha vida, independentemente, de ser outorgado com o “Título de Cidadão Itabunense” e dois troféus “CDL de Imprensa”, o que me orgulha muito... E, a luta continua, até o dia em que Deus, nosso Pai Supremo quiser; sentido a saudade daqueles meus colegas que tão sedo e, precocemente, partiram para outra dimensão.
Que Deus proteja a todos nós.            
E viva a comunicação de nossa cidade!          

Segunda edição do Festival Literário de Ilhéus acontece em abril


 Nos dias 26, 27 e 28 de abril acontece a segunda edição do Festival Literário de Ilhéus (Flios).As atividades serão realizadas na Academia de Letras (Rua Antônio Lavigne de Lemos – Centro) e no Teatro Municipal (TMI). O projeto é uma realização Academia de Letras de Ilhéus com o apoio cultural da Prefeitura Municipal, por intermédio da Secretaria de Cultura; TV Santa Cruz, Criadouro Produção Cultural, Livraria Papirus, Fundação Cultural do Estado da Bahia, Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Governo do Estado da Bahia.

segunda-feira, 20 de março de 2017

Ilhéus vai cadastrar artistas, grupos e espaços culturais do município

e espaços culturais do município

A secretaria municipal de Cultura (Secult) inicia, a partir desta quinta-feira, 23, o cadastramento de artistas, grupos e espaços culturais de Ilhéus para inscrever no Cad Cultura. O objetivo é mapear os fazedores de cultura e os locais onde as atividades artísticas acontecem. Podem se cadastrar, através do  www.nossaculturailheus.blogspot.com, no link Cad Cultura, atores, dançarinos, escritores, poetas, cordelistas, indígenas, artistas de circo, produtores culturais, cantores, compositores e os demais agentes culturais.