VERMELHO COTIDIANO

pesquisa-ação

O happening foi criado no fim dos anos 1950 misturando artes visuais e teatro sem um texto dramático da estrutura aristotélica, apenas um roteiro flexível e a utilização de materiais e elementos cênicos, que, juntamente com as improvisações, conduzem a cena. Por isso diz-se do happening que ele “é gerado na ação e, como tal, não pode ser reproduzido”, ou seja, é uma arte efêmera por excelência, por isso que o happening “nunca pode ser repetido”.
Com apoio da Casa do Teatro de Rua da Bahia, será desenvolvida a pesquisa-ação que tem como objetivo uma práxis cênica que irá investigar e registrar a recepção de uma performance teatral como resultado do hibridismo utilizando o teatro invisível (Boal), técnicas de teatro de rua (Haddad) e do happening (Kaprow) em espaços abertos e fechados, na Capital e Interior do Estado da Bahia, tendo como abordagem a discussão sobre a violência na atualidade, por isso VERMELHO COTIDIANO.

A pesquisa, que terá início no mês de março/2011, é apoiada através de bolsa-pesquisa e será desenvolvida pela Caravana de Téspis, com orientação de Marcos Cristiano, militante do MTR_BA e autor do Manual Básico para Teatro de Rua.

O grupo da pesquisa-ação será formado por 03 atores/atrizes (selecionados através de currículos) que receberão, além de bolsa-transporte, certificado de participação, com validade para comprovação de capacitação profissional, com carga horária de 100 h.
Interessados deverão enviar email, acompanhado de foto e currículo simplificado, para o seguinte endereço:

vermelho.cotidiano@gmail.com

Por: Marcos Cristiano

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